14 dez 2016

Reestruturação tem que ser competitiva

Atualmente a maioria das empresas estão com foco em reestruturação, porém reestruturação tem que ser competitiva. Redução de custos e de pessoal, estamos no nível recorde de desemprego no Brasil, tempos difíceis em todas as conjunturas sociais, econômicas, políticas , pessoais e empresarias, o efeito é em cascata. Mas não vim para falar da crise o foco é saber de que forma aproveitar esse momento de transformação e adaptação para novos formatos, e fazer a coisa certa durante a tempestade para no futuro, possamos ver que nos mantemos mais fortes competitivos e sustentáveis.

Alguns dados

Segundo a Mercer, atualmente 87% das empresas pretendem ou já estão fazendo algum tipo de reestruturação organizacional, seguida da revisão dos processos de trabalho com 58% das empresas, mas cuidado, a crise atual pede mais do que redução de custos. É preciso aumentar a eficiência das organizações com iniciativas de longo prazo, precisamos ir além reavaliar o modelo de negócios e a forma como gerenciamos os colaboradores, a questão é: será que empresários e s seus executivos de recursos humanos, estão atentos a isso? Ou estão tomando medidas pensando apenas no curto prazo?

Algumas dicas

O The Bost Conlsulting Group, em matéria na você RH, definiu 05 iniciativas de longo prazo:

  • Mobilize a Liderança
  • Estimule a definição de metas claras
  • Seja Humano e Realista
  • Acompanhe e Corrija
  • Celebre

Além dessas dicas acima que fomenta a confiança, colaboração, perspectivas sólidas, comunicação clara, relacionamento com chefes, transparências, agilidade, engajamento e produtividade, uma das que na minha opinião vale ouro, mas muitos não se atentam é a arte de simplificar. Isso mesmo simplifique, olhe de que forma você pode simplificar o seu modelo de negócios, a sua gestão e os seus processos.

Efeito Colateral

Agora me pergunto porque estamos tendo essa necessidade agora? Porque em momentos opostos a crise, em tempo de aceleração econômica a disputa por talentos inflaciona a remuneração, criam-se novas posições, gerando aumento de pessoal, deixando as estruturas complexas, hierárquicas e lentas.

Não é à toa que as empresas multinacionais são extremamente severas em manter o seu “Headcount”, e eles estão certos. Se as empresas nacionais cuidassem um pouco mais do tema, talvez com estruturas mais equilibradas não seria uma hora tão crítica. O fato é que agora é a hora de reestruturar se possível de forma cirúrgica para não perder as pratas da casa, ou seja, seus talentos.

O que fazer?

Para isso é importante fortalecer em primeiro lugar a liderança, é ela que em situações desafiadoras, motiva os funcionários, se ela estiver segura o time também estará.

Fortaleça as relações, estude as metas, seja transparente, permita a colaboração que tem um poder fenomenal quando falamos na força do grupo e deixe um legado positivo nesse começo de uma nova era.

Claudia Santos, sócia na Emovere You

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